“Amado” e “odiado” pela população, o Horário de Verão entra em vigor à zero hora deste domingo sem consenso entre os brasileiros. Para uns, é uma oportunidade de esticar o lazer e as atividades físicas, mas para outros, traz o aborrecimento de ter de encarar a escuridão ao sair da cama bem cedo para o trabalho ou a escola.

Neste ano o Horário de Verão começa em meio a polêmicas, com adiamentos, trocas de datas e confusões em todo o País.

Moradores de dez estados, incluindo São Paulo, além do Distrito Federal, deverão adiantar seus relógios em uma hora. Com duração até 16 de fevereiro, este será um Horário de Verão mais curto em relação aos últimos.

Em comparação ao anterior, serão 21 dias de duração a menos.

Neste ano, está sendo aplicado pela primeira vez o decreto presidencial que empurrou de outubro para o primeiro domingo de novembro a mudança nos relógios.

No ano passado, por exemplo, quando ainda valia a regra do terceiro domingo do décimo mês, começou em 15 de outubro. Desta vez, o início do Horário de Verão chegou a ser adiado para o dia 18 de novembro, a pedido do Ministério da Educação (MEC), por coincidir com a data do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), neste domingo. No entanto, o governo voltou atrás e manteve o dia 4.


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