Diretor-geral da companhia no Brasil, Alain Ryckeboer

A Leroy Merlin vai investir R$ 300 milhões no País em 2019 na cadeia logística de abastecimento, num centro de distribuição com 120 mil m2 em Cajamar, em uma loja e na área digital. É praticamente a mesma cifra aplicada neste ano.

“O Brasil sempre anda. Faz quatro anos que está devagar e, se continuar, estamos acostumados. Não deixamos de investir”, diz o diretor-geral da companhia no Brasil, Alain Ryckeboer. Há 20 anos no País, o executivo diz que viu quatro crises. “Tomara que estejamos no início de uma onda de crescimento”, afirma o executivo, que se diz otimista.

Esta semana a empresa concluiu a construção do maior home center da rede na América Latina, que fica na Marginal Tietê, em São Paulo, e consumiu aporte de R$ 110 milhões.

Uma das inovações da loja, além de um ‘drive thru’, em que o cliente pode comprar o produto sem sair do carro, é um laboratório equipado com impressoras 3D, gravadoras a laser e máquinas de corte.

“Qualquer pessoa que quiser inovar, inventar um produto ou substituir uma peça vai poder fabricá-la aqui, na impressora 3D, em acrílico”, diz Ryckeboer.

Cajamar conta com várias empresas instaladas em um amplo centro logístico, como a Samsung, SKF, Marabraz, B2W, Sony, Walmart e recentemente o Assai Atacadista. A Amazon também negocia um galpão na cidade.

  • Com informações do jornal O Estado de S. Paulo.


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