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Ricardinho jogou, segundo saudosistas, na Época de Ouro do futebol cajamarense. Cerebral armador das décadas de 1980, 90 e 2000, o genial camisa 10 encantou as torcidas dos times em que atuou, em especial quando defendeu as cores do Portland e do América, agremiações em que foi inúmeras vezes campeão.

O atleta também desfilou o seu talento pelas quadras de Cajamar e Região, quando defendeu as cores do extinto Arte Popular, pujante agremiação de Futsal que está na história do esporte local.

Os números do boleiro são impressionantes: Ricardinho disputou 13 vezes o Campeonato Municipal da Primeira Divisão, chegou a 11 finais e sagrou-se campeão em 8 oportunidades. Seguramente, é um dos atletas com mais títulos no certame municipal.

Ricardinho não se resume a números e conquistas. O excelente futebol por ele jogado por décadas na Primeira Divisão o qualificam como sendo um dos gênios do esporte local. Existe unanimidade em torno da lenda consagrada. O talentoso jogador é apontado como Top dos Tops por quase todos que o viram jogar.

Guardadas as proporções, Ricardinho representou para os gramados de Cajamar o que Maradona, Platini, Zico e Laudrup significaram para o esporte em nível mundial.

Com ele no time, os demais jogadores tinham a certeza que o camisa 10 poderia fazer gols, ajudar a vencer as partidas e consequentemente o time a ser campeão das competições que estavam em disputa.

Atualmente Ricardinho atua no Campeonato dos Veteranos de Jordanésia e ainda é uma referência em campo. Um ícone da bola, o cerebral armador de jogadas é também um goleador por natureza, por dom divino.

Cobrador de faltas por excelência, Ricardinho também foi o rei da bola parada. Fez a alegria de muitos torcedores e admiradores do seu talento e deixou inúmeros goleiros tristes, pois a cada falta batida era um gol a mais na conta.

Quem o viu atuar no auge guarda as mais belas lembranças do gênio local, do jogador praticamente perfeito, do mito da bola. Sem exagero (mas já exagerando), pode-se afirmar que alguns jogadores foram do mesmo nível do Ricardinho, porém, não houve antes nem depois, ninguém melhor que ele nos campos de Cajamar.


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