Apesar de ter sido eleita com 65,2% dos votos, prefeita foi afastada do cargo e cassada duas vezes; Agora, uma CI foi aberta
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A Câmara Municipal de Cajamar recebeu na última quarta-feira, 29 de novembro, com os votos de todos os vereadores presentes em plenário, o pedido de impeachment protocolado no mês passado contra a prefeita afastada, Paula Ribas (PSB). Foi instaurada uma comissão de investigação processante e sorteados os vereadores Izelda Carnaúba (PPS), Claudinei Lúcio – Neizão (PROS) e Fábio Pontes (PSB) para conduzirem a instrução do processo.

A iniciativa do pedido de impeachment foi do morador Alexandre Lima, concorrente às eleições municipais de 2016 pelo Partido Ecológico Nacional (PEN) e apoiou a candidatura de Ribas. Ele apontou diversas ações de improbidade administrativa e violação às leis orçamentárias da cidade feitas por Paula Ribas.

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A prefeita está afastada pela Justiça pela suposta prática de 27 crimes à frente da Prefeitura de Cajamar, com gasto de cerca de R$ 13 milhões a mais do que o permitido por Lei no remanejamento de verbas. Além disto, Paula tinha um limite de 30% para gastar com despesas e utilizou 45% sobre o argumento de pagar os salários dos funcionários, no entanto, ela endividou a cidade e ainda atrasou o pagamento dos servidores públicos.

O processo de impeachment deve ser concluído dentro de noventa dias sendo necessário voto de 2/3 (dois terços), no mínimo, dos membros da Câmara. Se houver condenação, expedirá o competente Decreto Legislativo de Cassação do mandato da Prefeita. Se o resultado for absolutório, será feito arquivamento do processo.


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