Rodovia Anhanguera na altura do km 39 no distrito de Jordanésia em Cajamar (Foto: Reprodução)

A Via Anhanguera (SP-330), uma das principais interligações entre a Capital e o Interior de São Paulo, completa hoje 69 anos, quando foi entregue, em 1948, o primeiro trecho entre São Paulo e Jundiaí. Responsável por levar a modernização ao Estado, a rodovia foi concessionada à iniciativa privada há 18 anos e hoje recebe um fluxo diário de 360 mil veículos.

A rodovia liga a Capital com a região Norte do Estado, suas principais cidades industriais e a uma das mais produtivas áreas agrícolas. É uma das mais importantes rodovias do Brasil e uma das mais movimentadas, com o trecho de maior tráfego entre São Paulo e Campinas. Tem um tráfego pesado, especialmente de caminhões. É considerada, juntamente com as rodovias dos Bandeirantes e Washington Luís, o maior corredor financeiro do País, pois interliga algumas das regiões metropolitanas do Estado como São Paulo e Campinas, assim como o aglomerado urbano de Jundiaí, a Região Administrativa Central e a Região de Ribeirão Preto.

- publicidade -  

Com 453 quilômetros, ela começa na Capital e termina em Igarapava, na divisa com Minas Gerais.
Os estudos para a implantação da rodovia começaram em 1936, pelo DER-SP, quando se constatou como fundamental para a manutenção do crescimento econômico do Estado a construção de duas rodovias, que deveriam se chamar Anchieta (São Paulo-Santos) e Anhanguera (São Paulo-Campinas).

Em janeiro de 1940 começaram as obras da Anhanguera, cujo trecho entre São Paulo e Jundiaí foi inaugurado em 22 de abril de 1948. Em 1950 foi entregue a primeira pista pavimentada entre Jundiaí e Campinas e, em 1953, a segunda pista entre São Paulo e Jundiaí. Em 1961, a segunda pista liga Jundiaí e Campinas.

Em 1º de maio de 1998 foi assinado o contrato de Concessão entre governo do Estado e a CCR AutoBAn, responsável pela administração da Via Anhanguera até o quilômetro 158+500 (Cordeirópolis).

Hoje, a via conta com os últimos recursos tecnológicos de gestão e atendimento, que a classificam nos modernos conceitos de rodovia inteligente: telefones de emergência instalados a cada quilômetro (246 equipamentos), câmeras de circuito fechado (48 câmeras), sistemas analisadores de tráfego (22 unidades), estações meteorológicas (4 equipamentos), painéis eletrônicos de mensagem fixos, além de diversas viaturas para o atendimento das ocorrências, como Resgate, inspeções e guinchos

“Desde 1998, o trecho entre São Paulo e Cordeirópolis da Via Anhanguera é administrada pela CCR AutoBAn, dentro do Programa de Concessões Rodoviárias do Estado de São Paulo. Neste período, a concessionária já investiu aproximadamente R$ 4,1 bilhões em obras e melhorias”, afirma Odair Tafarelo, gestor de Atendimento da Concessionária.

Nos últimos 18 anos, além dos diversos recursos tecnológicos, a rodovia também recebeu investimentos no aumento da capacidade das vias, destaque para a construção do Complexo Anhanguera na chegada da rodovia a São Paulo, que melhorou significativamente a fluidez da rodovia na região da Grande São Paulo.

A CCR AutoBAn também investiu na construção de faixas adicionais, terceiras faixas e vias marginais, capazes de suportar os quase 360 mil veículos que trafegam diariamente pelo trecho administrado pela CCR AutoBAn.
Atualmente, entre os quilômetros 55+900 e 61 da Via Anhanguera, estão sendo realizadas as obras do Complexo Viário de Jundiaí.

Premiação

A Anhanguera obteve quatro vezes (anos de 2000, 2001, 2002 e 2007) o primeiro lugar no Ranking CNT de Rodovias. Em 2016, a Via Anhanguera atingiu a terceira colocação.


COMENTE ABAIXO

Os comentários aqui publicados são de responsabilidade dos usuários e não representam a opinião do site.