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Os moradores das casas alagadas estavam desolados, e muitos perderam quase tudo

Reportagem: Ricardo Rodrigues/eCAJAMARFoto: Divulgação – redacao@ecajamar.com.br

Após os estragos causados pela chuva desabrigando diversas famílias em diversos bairros da cidade a prefeita de Cajamar, Paula Polotto Ribas (PT), e os diretores Kauê Polotto Ribas (Governo e Gestão) e Flávia Polotto (Habitação) visitaram moradores da Vila das Américas, Maritote e Vila União, bairros que foram alagados pelas águas do Rio Ribeirão dos Cristais.

O volume do rio subiu acima do normal em decorrência das chuvas dos dois últimos dias. “Quis ver pessoalmente o problema dessas famílias e já pedi que as diretorias responsáveis se unam para fazer os reparos necessários na região e ajudar as famílias afetadas o mais rápido possível”, enfatizou a prefeita.

Desde o início da manhã, as equipes da diretoria de Assistência e Desenvolvimento Social, Defesa Civil, Serviços Públicos, Guarda Municipal, Fundo Social de Solidariedade e Saúde estiveram em diversos bairros atingidos pela chuva levando suporte às famílias afetadas, além de catalogar os problemas gerados pela enchente do Ribeirão dos Cristais.

A prefeita também visitou a Unidade de Pronto Atendimento UPA – Jordanésia (Foto), que também foi alagada pela enchente na Vila das Américas e teve o seu atendimento prejudicado devido ao alagamento que afetou todas as salas da unidade.

DRAMA DOS MORADORES

Os moradores das casas alagadas estavam desolados, e muitos perderam tudo.

“A água subiu rápido, não deu tempo de salvar nada. Perdemos móveis, eletrodomésticos, alimentos, roupas. As crianças perderam o material escolar. Moramos aqui de aluguel e não temos condições de alugar outra casa, pois só uma pessoa da família está trabalhando”, conta o morador Jailton de Oliveira Santos.

Situação igual vive a dona de casa Edileusa Santos de Souza. “Tenho duas crianças, uma de sete anos e a outra de dois meses. Não sei o que fazer neste momento, pois perdi tudo”.

De acordo com a prefeita todas as medidas necessárias serão tomadas para ajudar as famílias, além de fazer a limpeza do rio. “O sofrimento dessas famílias é muito grande, por isso que as ações devem ser tomadas de imediato. Além de alimentação e demais utensílios necessários, as diretorias  irão fazer os trabalhos preventivos, como a limpeza do rio e dos bueiros e fazer o monitoramento constante da área”, concluiu Paula Ribas.

 


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